quinta-feira, 23 de julho de 2015

domingo, 6 de abril de 2014

EXPRESSÃO ((Lígia Marques))



De vontade desejei um abraço. Esqueci.
Quis o tempo voltar, mas não vivi
Entre qualidades e desejos, um dia adormeci...
O rumo contou minha história...
Ponto sem nó. Acho que existi.

Prometi não mais chorar ou falar de tristeza
Quem disse que obedeci?
Tenho um amor controlado!
Muito engraçado, sobre “um telhado!
Mito de amor e fim!

Escrever em linhas brochas
é um dom que me faz gentil...
Subir na goiabeira morta
galhos secos a mostra
infância que não esqueci.

Sou menina, mãe mulher, quase avó
Quem dera, “a aprendiz”
Vou vivendo a vida no prefácio
na alquimia dos meus passos
o meu nome é “Flor de Liz”.

24-02-2014

domingo, 16 de fevereiro de 2014

FALSA LIBERDADE... ((Lígia Marques))



A casa desarrumada, as tantas coisas espalhadas pelo chão...
Uma parede sem retratos, a poeira entranhada,
A visita dos netos e filhos, derradeira doce ilusão.

 
O preço da liberdade fortalece a rocha da alquimia
Solteiro, hora casado, um sonho de inverdades
Questionar não pode, fortalece então as saídas.

 
O teto se desfaz,  o fim de semana,  mulher virtual e bebidas...
A prática do proibido, sensação de poder  que satisfaz
Quem diria, homem bom,  esconde a Vida!

 
La no coração a entrada de um que te esmera e lança..
Espreita “aves, Tantas e lobos ”.... Cuidado com a estrada!
Quem ronda espera, quem espera sempre alcança.

 
Hoje existe falsa alegria das muitas oportunidades
Amanhã a solidão apavora  com maestria
Não se engane quanto a liberdade estamos em dunas da igualdade

 Lígia Marques
07- 12- 2013

domingo, 16 de dezembro de 2012

Convite... (( Lígia Marques))












Convidarei você para degustar
Minha comida bem caseira...
Sorvete de pimenta para abrasar
Não ficará nada sobre a mesa...

 
A mesa será equilibrada
Com braços da libido e emoção
No cálice terá do meu vinho...
Néctar de amor e paixão

 
Teremos o tempo todo
Para o descanso profundo
Corpos jogados para o lado:
Símbolo de amantes do mundo

 
Adentrarei no meu recanto
Presenteando com conforto seguro
De banho de gato te banhar...
Antecipando “o jantar” no escuro

 
Quero contemplar tua alma nua
Despir os versos e minha clausura
Com meus dedos envolver teus cabelos grisalhos
Enquanto passeias docemente em meus átrios

 
No fim da tarde teremos um filme...
O tempo será o maior telespectador
Porque estaremos em cama quente:
Nocturne Reality show do amor.

 
Lígia Marques
12-12-2012




 


 

domingo, 16 de setembro de 2012

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Beijos Inesquecíveis...



Quiçá novamente em seus beijos
Ei de me perder de novo em amor
De língua lamber os teus dedos
De lambidas gozar sem pudor.


Entrando novamente em contexto
Do texto incomparável: Ah esse amor!
Eu penso nos nossos momentos
Beijos quentes, frenesi, suor, mom amour.


Um beijo de muitos minutos
A “troca do quarto”, o “degelo do frigo”...
Serviram só, para abusar, deitar e rolar
O tempo não foi perdido...


Larguei da tua boca, tão bem sugada,
De pernas bambas e dois gritinhos...
Eu vi teu falo aumentar, quase a jorrar..
A me ver gozar com beijinhos.

Lígia Marques
15-04-2012


sexta-feira, 27 de abril de 2012

Não Entendo...



Não entendo...
O teu livro não estar aberto...
A inverdade da nossa amiga...
Teu novo caso, sempre incerto...
Novas noites de sono perdidas...


Não entendo...
Tanta mentira cogitada...
Esse meu dom de descobrir o repelente..
A ilusão, a falta de amizade...
O espírita kardecista e o crente


Não entendo...
O telefonema e e-mail anônimo...
O combinado e escondido encontro teu
A razão de eu estar pensando em vocês...
A “revisão” do que sempre foi meu...


Juro que não entendo...
O porquê de eu te deixar partir...
E ainda golpeada, viver a sorrir...
E mesmo assim preocupar com tua felicidade...
E desejar que tenham um encontro de verdade.


Não entendo...
O porquê de eu sair a dançar...
E a mão de outro, eu não desejar...
E sair em fotos colocadas em sites
E ser tolhida por fãs de pouca idade.


Não entendo...
A violência sofrida aos sete anos...
O casamento infeliz, o outro relacionamento...
O homem ao meu lado que não me abandona
Os estudos no meio da vida... Sem lamento.


Não entendo, juro que não...
Esse meu coração de mãe...
O estar feliz em seu vôo e com isso me libertar
O porque de meu pai me amar como o pai de José...
Da linda sorte em ter duas amigas há 41 anos... de Fé!


Não entendo...
Ter estudado o primário no Abraham Lincoln
Ter quase morrido, angustia dos que me amam.
Ver a gravidez de uma amiga com apenas doze anos...
E nos dias de hoje, lecionar aos que reclamam.


Não entendo...
A paixão que não acaba girando
A minha voz que em ti não cala...
As verdades que dizem brincando...
“Ela”, saber que eu sei de tudo e ainda finge senzala.


Não entendo...
Os devaneios e mentiras de suposto amor
Dos vídeos e MSN ocultos...
Da graça de fugir sem saber quem vem na contramão.
De ver que o mesmo se repete a conteúdo...


Eu não entendo...
O enorme tempo que levei pra encontrar você...
A entrega e tua chegada pra me libertar...
A  alegria das migalhas de um forte amor...
O teu momento feliz e triste onde eu quero sempre estar


Não entendo...
Essa minha fortaleza...
O sentido em viajar e ganhar o mundo...
A vontade de conhecer o Brasil em via rumos...
A menina dos olhos, o meu Deus absoluto.


Lígia Marques
24-04-2012

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

domingo, 20 de junho de 2010

Discriminação... ((Lígia Marques))


Colocada em um canto,
Talvez no fundo da memória...
“não pode”, “não enche”, “não faça”,
Assim se deu a história.

Um jogo de cartas marcadas,
Vetada em tudo que é justo,
Telefonar já não pode,
As juras de amor? Silêncio astuto.

Dentro de si uma questão nasce,
Será a cor, miscigenação ou raça?
Será a “moradia”, os cabelos emaranhados
O sorriso franco, ou amor sem farsa?

Discriminação no coração é fato.
Esconder o amor em nome do amor é “trato”?
Quem dera a vida em tudo concordasse,
Até mesmo em labor, comer no mesmo prato?

A vida é constantemente construída...
Ter medo, ser pobre, e não dar “satisfação”
Não é ter que viver clausurado,
Em pequenos vôos do coração.

Existem coisas que se praticam juntos,
Outras que se faz separados.
Melhor o cinema, a cama e a “casa”,
Do que sozinho em um buraco.

“Buracos” não são lugares mal feitos,
Mas o renome de um lar conturbado,
Orgulhe-se do amor que tem, creia de vez:
Quem ama é por Deus bem cuidado.

Lígia Marques
30-04-2010

HONESTO...((Lígia Marques))



É SER DONO DE UMA QUALIDADE
É TER VIRTUDE, COISA DE POUCOS
É INDEPENDER DO CONSTRANGIMENTO
É DIZER A VERDADE “SEM TROCO”.

É ASSUMIR A CULPA, QUANDO SUA
É NÃO ENTREGAR O “OUTRO” PARA SEU BENEFÍCIO
É SABER SEPARAR AS “COISAS”
É JURAR TENDO SEU DANO, QUANDO ASSIM FOR PRECISO.

SER HONESTO É SER NATURALMENTE LIVRE
FALAR A VERDADE SEM IMPOSIÇÃO
É NÃO DIFAMAR E NÃO ACEITAR “OPÓBRIOS”
CONTRA ALGUÉM QUE UM DIA LHE DEU A MÃO.

ASSIM COMO UM CÃO, QUE SE ALEGRA “NAS CHEGADAS”
E É VISTO POR ALGUNS: O HONESTO PUXA- SACO
O HONESTO NÃO SE IMPORTA NÃO OBTEM LUCROS
É TRANQUILO, “É AMIGO”, NÃO ABANDONA O BARCO.


Lígia Marques
21-05-2010

sábado, 26 de dezembro de 2009

Ontem... ((Lígia Marques))

Ontem entre braços e pernas, docemente gemi..
Picei, beijei, engoli o mel, por pouco, amanheci..
Fui ao céu, no
seu do meu amor...enlouqueci.


E entre “trocas” e olhares, no amado meu me prendi.
Depois de um fraco grito, de um forte amor realizado, adormeci...
E acordei, morta, em delírios, voltei "a vida", eu revivi!


Não foi num sonho, foi “além do bis e tris”...
E quase na última hora, pouco antes de ir embora
De uma "ciranda
uno” desfaleci.


Lígia Marques
25-12-2009


video

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

terça-feira, 6 de maio de 2008

SÁBADO

SÁBADO


S e todos os sábados fossem: “sábado”, eu seria “o próprio delírio”...
A cabaria morrendo em teus braços, de tanta vida em desalinho...
B oca latente, tal como o falo, na antiguidade em fertilidade...
A o movimentares o meu corpo, da minha boca sai: Tu sabe, tu sabe!
D e amor quase enlouqueci, no vai e vem da tua vontade...
O alívio em frenesi se deu em abraços com saudades... Da arte. Que arte!




Lígia Marques
05-05-2008

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Teu Corpo ((Lígia Marques))




TEU CORPO
Teu corpo é viçoso, delírio, alvoroço...

Delícias, presente, obra do Divino..

És tudo de bom, estudos e sexologia...

É assim culminante, és minha ideologia.


E do caminho erótico eu tenho a dizer

que passear em teu gosto, é morrer de prazer,

E se morrer de prazer me acordar em teus braços

que eu renasça aprendiz, que tu guie "meus passos"


Do desejo contido, na minha loucura...

O alívio é a porta, o corpo é cura

No teu corpo meus beijos livres se ajustam


Essa tua avidez que não te segura...

Ao penetrar no meio da doce abertura

Gostosas essências em fluídos misturam.

Lígia Marques

09-04-2008