terça-feira, 6 de maio de 2008

SÁBADO

SÁBADO


S e todos os sábados fossem: “sábado”, eu seria “o próprio delírio”...
A cabaria morrendo em teus braços, de tanta vida em desalinho...
B oca latente, tal como o falo, na antiguidade em fertilidade...
A o movimentares o meu corpo, da minha boca sai: Tu sabe, tu sabe!
D e amor quase enlouqueci, no vai e vem da tua vontade...
O alívio em frenesi se deu em abraços com saudades... Da arte. Que arte!




Lígia Marques
05-05-2008